quarta-feira, 22 de julho de 2009

o cego e o publicitário

O CEGO E O PUBLICITÁRIO

> > >>

> > >>Havia um cego sentado numa calçada em Paris, com um boné a seus pés e

>um

> > >>pedaço de madeira que, escrito com giz branco, dizia:

> > >>

> > >>"Por favor, ajude-me, sou cego".

> > >>

> > >>Um publicitário, da área de criação, que passava em frente a ele,

>parou e

> > >>viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz,

> > >>virou-o, pegou o giz e escreveu outro anúncio.

> > >>

> > >>Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.

>Pela

> > >>tarde o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia

>esmola.

> > >>Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas.

> > >>

> > >>O cego

>reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem

> > >>reescreveu seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito

>ali.

> > >>

> > >>O publicitário respondeu: "Nada que não esteja de acordo com o seu

> > >>anúncio, mas com outras palavras". Sorriu e continuou seu caminho.

> > >>

> > >>O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia:

> > >>

> > >> "Hoje é primavera em Paris e eu não posso vê-la."

> > >>

> > >>Mudar a estratégia quando nada nos acontece, pode trazer novas

> > >>perspectivas.

> > >>

> > >>"Quando surge algum problema, algumas pessoas criam asas. Outras

>compram

> > >>muletas..."

> > >> Harold Roupp.

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